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VINHOS DA OCEÂNIA-AUSTRÁLIA E NOVA ZELÂNDIA

Oceânia
A Austrália e Nova Zelândia chegam á nossa mesa, como descobertas recentes. Embora já exista um grande número de vinhos desta parte do mundo, são vinhos que nos suscitam curiosidade. São vinhos que nos cativam pela exuberância dos aromas, frescura no sabor, que transmitem uma agradável sensação gulosa.
As castas mais conhecidas nos brancos são a Chardonnay e Sauvignon Blanc. Nos tintos o Pinot Noir, Cabernet Sauvignon, Shiraz assumem a notoriedade destes vinhos. A Nova Zelândia é atractiva pelo seu Sauvignon Blanc. A Austrália apresenta “Shiraz” carnudos, com grande intensidade aromática e frescos no sabor.

Vinhos Brancos
2008, Villa Maria Private Bin, “Sauvignon Blanc”,
Marborough, Nova Zelândia
(zona mais soalheira do pais, encontrando-se na ilha mais a Sul, na parte Norte; considerada a capital da S.blanc)
Intenso e exuberante de aromas, fresco e agradável no sabor; óptima escolha para um dia de calor ou almoço junto á praia com a companhia certa…

2007, McGuigan Black Label “Gewu…

VOLTA AO MUNDO NO GRELHAS -CASA DA GUIA, CASCAIS E BG BAR MONTE ESTORIL

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VINHOS DOS E.U.A. (sugestão Wineoclock)

À procura de Baco… na América do Norte
E.U.A.
As primeiras vinhas na Califórnia foram plantadas por missionários espanhóis, no longínquo ano de 1769.
O primeiro vinho comercial da Califórnia foi produzido em 1824, pelas mãos de J.J.Warner.
As regiões mais conhecidas são a Califórnia, Oregon e Washington.
As Castas mais famosas são a Zinfandel (em Itália apresenta-se pelo nome de Primitivo), casta nativa, Pinot Noir, Cabernet Sauvignon, Syrah nos tintos. Chardonnay, Sauvignon Blanc, Riesling são as mais famosas nos brancos.

2006,Vinho Branco Loredona, Pinot Grigio , Califórnia
Fresco, envolvente e frutado. Escolha agradável para iguarias suaves, saladas, tostas ou peixes grelhados. Vinho ideal para nos fazer companhia ao final da tarde de Verão acompanhando umas tapas.

2006,Vinho Branco Gnarly Head, Chardonnay, Califórnia
Intenso, sedoso e guloso. Um chardonnay sem muita madeira, fresco e acídulo que se apresenta como companhia certa para carnes brancas grelhadas e mariscos. Escolha acertada pa…

Apreciação dos vinhos MONTE CASCAS -

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Esta abordagem, é feita tendo em conta avaliação do vinhos por características.
A ideia é que a avaliação seja feita de uma forma simples

Vinho Branco
Fresco, acídulo e envolvente

2008, Monte Cascas Colheita, Douro
Castas: Códega do Larinho&Rabigato
As sensações que transmite este vinho é frescura, acidez com toque de fruta a equilibrar. Vinho de esplanada ao final do dia, depois de um dia de trabalho ou para acompanhar iguarias de peixe.

Temperatura de Serviço: 8ºC Temperatura de Consumo:10ºC
Tipo de Copo: Riedel Riesling ou Schott Diva Branco *************************************************************************************

Vinho Tinto
Jovem, Frutado e Suave
2007, Monte Cascas Colheita, Douro
Castas: Touriga Nacional&Touriga Franca

Apresenta aromas frutados, sabor envolvente, frescura presente e corpo mediano. Vinho de almoço para acompanhar iguarias de confecção fácil. Agradável para se beber sozinho.
Copo: Riedel Syrah ou Schott Diva Vinho Tinto ****************************************…

VINHOS MONTE CASCAS

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Surge um novo projecto de vinhos em Portugal, pela mão de de 2 novos enólogos. O nome, Monte Cascas, nomeadamente, CASCAS, de onde nasceu a palavra CASCALE, conhecida actualmente como CASCAIS. Cascais é um único espaço fisico que os liga, pois são amigos de infância que sempre viveram nesta terra. As viagens no Verão, para a Praia das Maçâs e Praia Grande, enquanto jovens, sempre os levou a perseguir um sonho: fazer um vinho de Colares. Esse sonho concretizou-se e foi a principal alavanca para os outros vinhos. O vinho de Colares, da casta Malvasia sai no final do ano 2009. Entretanto, já no mercado encontram-se vinhos do Douro e Alentejo. Como referi o espaço que os une é Cascais, pois devido á sua experiência, compram as melhores uvas em determinadas regiões e vinificam em adegas alugadas, algumas de amigos.

Vale Meão - Notas de prova -

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VALE MEÃO 2000
cor granada, com nuances violeta; AROMA:fruta ainda presente, fruta vermelha compotada;madeira presente no aroma mas a enriquecer;
Sabor seco, acídulo presente, frutado, taninos presentes, encorpado, com estrutura; final longo
-para beber(necesita de um copo grande, para respirara) ou guardar + 3 anos
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VALE MEÃO 2001
Cor granda intensa; aromas a fruta vermelha madura, madeira a notar-se através de uma sensação de secura evidente, mas sem excessos; Sabor seco, acídulo presente, fresco, frutado com toque floral, taninos presentes a dar estrutura; final longo e apeticível
-para guardar
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VALE MEÃO 2002
Cor granada, aroma intenso, frutado, algum especiado(especiarias)
Sabor seco, acídulo presente, algum vegetal presente, taninos agressivos e final longo e persistente;
-para guardar
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VALE MEÃO 2003
Coe granada, aroma intenso, mineral, floral com fruta vermelha suave;
Sabor seco, acídulo presente, floral, taninos presentes mas não…

VISITA DE SOMMELIERS PORTUGUESES AO DOURO- DOURO BOYS-Prova Vale Meão-

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Processos utilizados:
vinificação em lagares de dimensão reduzida; vinhos pisa a pé; desengace da uva; arrefecimento da uva até 15º no lugar(mais baixa ninguém aguentava)
Tanoarias Seguin Moreau, Taransaund e François Frey (Acho que é assim que se escreve)
na vinha utiliza-se a produção de aveia e trigo entre videiras para solos férteis (aumento da competição das plantas favoravem à qualidade)
Solo pouco fértil, plantado trevo para manter o azoto e criar adubação biologica para a planta; utiliza também rega-gota-a-gota;

Seguimos para uma zona junto a cubas e barricas, para iniciar a prova dos tão afamados vinhos.
QTA VALE MEÃO 1999
aspecto algo turvo, cor grana da acastanhada;limpo, intenso de aroma, algo frutado, especiado, toque de madeira presente com alguma aroma animal a aparecer
sabor seco, acídulo fraco, frutado, madeira presente, taninos presentes, corpo mediano e final médio ( para os anos, continua com estrutura, e fácil de se gostar)
continua nos próximos (.....a degustar....)