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AGROVITIS - CASA DA RIBEIRA - FONTE DAS MOÇAS -

AGROVITIS
CASA DA RIBEIRA

Vamos conhecer um novo produtor de vinhos que fica situado na região da Estremadura, concretamente entre Arruda dos Vinhos e Sobral de Monte Agraço, perto de Dois Portos.
É uma região com uma grande extensão de vinhas e com uma das maiores produções de vinhos do país. O relevo, não muito acentuado, mas sempre presente, estabelece a separação com a região ribatejana, sendo o clima temperado, sem grandes amplitudes térmicas.

Voltando à CASA da RIBEIRA e a Sociedade AGROVITIS, situa-se na freguesia de Dois Portos, no centro da aldeia da Ribeira de Maria Afonso.
É uma Casa Agrícola com tradição na região, havendo documentos que relatam o sucesso dos seus vinhos da Ribeira de Maria Afonso, em Londres no ano de 1874.

A Casa da Ribeira apresenta na sua gama vinhos com uma relação qualidade/ preço muito apetecíveis para o mercado e para o consumidor.
Vinhos como Fonte das Moças branco e tinto, Casa da Ribeira – Touriga Nacional- e Foros são as imagens desta pequena empresa …

O TERROIR - O QUE É? - QUAL A SUA IMPORTÂNCIA-

CONDIÇÕES PARA A PRODUÇÃO

Existe vários factores que incorrem para o sucesso de um bom vinho.
Os mais importantes dizem respeito às condições que se podem ter na vinha.
Um dos mais importantes é o terroir.

O que é o terroir?
É um conjunto de condições que fazem com que a produção de vinho seja conseguida para que se possa oferecer um bom vinho ao consumidor final.
Terroir é um conjunto de factores, tais como:
Exposição solar
Solo
Microfauna
Flora
Tipo de casta / tipo de clone
Tipo de produto a utilizar
Clima

Exposição solar
Tem a ver com o tipo de sol que apanha, isto é, se apanha sol de manhã ou à tarde, pois a intensidade do sol nestas duas situações são diferentes.

Microfauna/ Flora / Fauna
São parte integrante do espaço, do solo e da região onde se encontra as vinhas. Por vezes não se fazem estudos precisos e a utilização de produtos podem matar a microfauna e flora que se encontram presentes. Pode até se dar o caso em que o vinho pode ser diferente por estes factores. Estamos a falar de leveduras…

CONSTITUIÇÃO DO BAGO

CONSTITUIÇAO DO BAGO


Engaço

® Água
® Ácidos orgânicos – tartárico e málico –
® Tanino

Pele ou película ( fornece os constituintes agradáveis=aromas )

® Água
® Substâncias
® Substâncias ácidas – tartárico e málico –
® Tanino
® Matéria corante

Polpa

® Água
® Açucares fermentisciveis
® Matéria azotada e peptinas – constituinte natural da polpa
® Minerais
® Ácidos orgânicos
o Ácido tartárico
o Málico – acidez ligeira –
o Cítrico – ajuda a conservar o vinho –
o Láctico
® Minerais
o Clorídrico
® Sulfídrico
Grainha

o Taninos e óleos – sabor desagradável

QUINTA DO VALDOEIRO - BAIRRADA -

QUINTA DO VALDOEIRO
REGIÃO: BAIRRADA

Mais uma viagem vinícola que fazemos por terras lusitanas, ao encontro de uma quinta numa região que tem vindo a reconquistar os enófilos.
A região da Bairrada é conhecida por ter vinhos difíceis de agradar aos enófilos pois são vinhos que eram elaborados para serem bebidos não jovens, mas com alguma idade, particularmente os vinhos da casta BAGA.

A Quinta do Valdoeiro, foi adquirida pelas Caves Messias, nos anos 40. A partir dessa data foi crecendo estando neste momento com 130 hectares de vinha.
Os solos da Quinta do Valdoeiro, são de baixa fertilidade, pobres, constituídos por uma primeira camada franco-arenosa e uma outra mais profunda, de consistência argilosa, compacta, onde as raízes das videiras penetram com dificuldade em busca dos nutrientes essenciais à nutrição da planta.
A ligeira ondulação do relevo, as encostas soalheiras voltadas a sul e a nascente e a implantação das castas, separadas por talhões, tendo em conta a melhor exposição para …

QUINTA DA ALORNA - RIBATEJO -

Nome Alorna veio do título que D. Pedro Miguel de Almeida Portugal ganhou na Índia, na luta que travou com o rajá de Bounsuló, que invadira os territórios debaixo da soberania portuguesa e atacava no mar os nossos barcos.
D. Pedro, como vice-rei da Índia cumpriu-lhe castigar a insolência do rajá, pelo que investiu numa das praças mais fortes daquele potentado – Alorna que conquistou;
Regressado a Portugal, mudou o nome da propriedade para Quinta da Alorna. Julga-se ter sido D. Pedro de Almeida quem mandou construir o magnífico palacete existente na propriedade, na qual institui ermida e a dotou por escritura em 1735. O Palacete tem na sua fachada principal, voltada ao Tejo, o brasão dos Almeida.
A nível agricultura a Quinta da Alorna tem uma variedade de culturas num vasto campo, banhado pelo Tejo, muitos deles, sendo outra parte mais para o interior. As culturas além da vinho , vão desde a batata, melão, milho.
As vinhas foram plantadas no século passado, tendo uma grande sup…

COMBINAR VINHOS E QUEIJOS....UMA OUTRA ABORDAGEM...

COMBINAR VINHOS COM QUEIJO…

O queijo tem vindo a ganhar cada vez mais adeptos na mesa dos portugueses. Depois do prato principal sabe bem degustar um queijo. Normalmente acompanha-se o queijo com vinho tinto, visto que, se estamos a beber vinho tinto, continuamos a bebe-lo com o queijo.
Mas vinho tinto com queijo é uma combinação difícil. O contraste da proteína existente no queijo, os sabores lácticos do mesmo, não combina bem com os taninos e adstringência do vinho tinto. É uma combinação pouco conseguida.

Para combinar queijos e vinhos, porque não acompanha-los com vinho branco, vinho do Porto e Moscatel de Setúbal?

Para queijos de ovelha ou cabra de pasta mole, não muito fortes, untuosos, podemos combinar com vinhos brancos jovens, frescos e acídulos. A marcada acidez é a característica mais destacada destes vinhos. Tanto no nariz como na boca deixam uma sensação fresca, frutada e relativamente ligeira.
Ao combinar este tipo de vinho com queijos deve-se ter atenção, em primeiro lugar, …

QUINTA DA LAGOALVA - NO CORAÇÃO DO RIBATEJO

QUINTA DA LAGOALVA

Situada nas terras ribatejanas, a quinta da Lagoalva é uma das mais carismáticas da região.
As vinhas assentam em pressupostos de ordem agrícola vindos da Austrália, com modernos processos nos sistemas de condução, tal como a adega, que conjuga uma vinificação de grande mutabilidade de escolhas enológicas, fundamentadas entre o modelo do “Novo Mundo” e as regras tradicionais da Europa.
Os vinhos da Quinta da Lagoalva, são resultado de uma nova abordagem ao vinho com técnicas novas e avançadas, na procura de fazer sempre os melhores vinhos possíveis na quinta , tendo como parâmetros o preço/qualidade.
Muito desta nova abordagem é dada pelo enólogo residente, Diogo Campilho, jovem com alguma experiência nas longínquas vinhas do novo mundo, trazendo por isso, novos conhecimentos e colocando-os à disposição do experiente enólogo, Rui Reguinga.
As castas utilizadas são as tradicionais da região, castelão, touriga nacional, arinto, Fernão pires, alfrocheiro e alguma estrangeir…