Avançar para o conteúdo principal

Mensagens

Apreciação dos vinhos MONTE CASCAS -

Esta abordagem, é feita tendo em conta avaliação do vinhos por características.
A ideia é que a avaliação seja feita de uma forma simples

Vinho Branco
Fresco, acídulo e envolvente

2008, Monte Cascas Colheita, Douro
Castas: Códega do Larinho&Rabigato
As sensações que transmite este vinho é frescura, acidez com toque de fruta a equilibrar. Vinho de esplanada ao final do dia, depois de um dia de trabalho ou para acompanhar iguarias de peixe.

Temperatura de Serviço: 8ºC Temperatura de Consumo:10ºC
Tipo de Copo: Riedel Riesling ou Schott Diva Branco *************************************************************************************

Vinho Tinto
Jovem, Frutado e Suave
2007, Monte Cascas Colheita, Douro
Castas: Touriga Nacional&Touriga Franca

Apresenta aromas frutados, sabor envolvente, frescura presente e corpo mediano. Vinho de almoço para acompanhar iguarias de confecção fácil. Agradável para se beber sozinho.
Copo: Riedel Syrah ou Schott Diva Vinho Tinto ****************************************…

VINHOS MONTE CASCAS

Surge um novo projecto de vinhos em Portugal, pela mão de de 2 novos enólogos. O nome, Monte Cascas, nomeadamente, CASCAS, de onde nasceu a palavra CASCALE, conhecida actualmente como CASCAIS. Cascais é um único espaço fisico que os liga, pois são amigos de infância que sempre viveram nesta terra. As viagens no Verão, para a Praia das Maçâs e Praia Grande, enquanto jovens, sempre os levou a perseguir um sonho: fazer um vinho de Colares. Esse sonho concretizou-se e foi a principal alavanca para os outros vinhos. O vinho de Colares, da casta Malvasia sai no final do ano 2009. Entretanto, já no mercado encontram-se vinhos do Douro e Alentejo. Como referi o espaço que os une é Cascais, pois devido á sua experiência, compram as melhores uvas em determinadas regiões e vinificam em adegas alugadas, algumas de amigos.

Vale Meão - Notas de prova -

VALE MEÃO 2000
cor granada, com nuances violeta; AROMA:fruta ainda presente, fruta vermelha compotada;madeira presente no aroma mas a enriquecer;
Sabor seco, acídulo presente, frutado, taninos presentes, encorpado, com estrutura; final longo
-para beber(necesita de um copo grande, para respirara) ou guardar + 3 anos
*********************
VALE MEÃO 2001
Cor granda intensa; aromas a fruta vermelha madura, madeira a notar-se através de uma sensação de secura evidente, mas sem excessos; Sabor seco, acídulo presente, fresco, frutado com toque floral, taninos presentes a dar estrutura; final longo e apeticível
-para guardar
*********************
VALE MEÃO 2002
Cor granada, aroma intenso, frutado, algum especiado(especiarias)
Sabor seco, acídulo presente, algum vegetal presente, taninos agressivos e final longo e persistente;
-para guardar
*********************
VALE MEÃO 2003
Coe granada, aroma intenso, mineral, floral com fruta vermelha suave;
Sabor seco, acídulo presente, floral, taninos presentes mas não…

VISITA DE SOMMELIERS PORTUGUESES AO DOURO- DOURO BOYS-Prova Vale Meão-

Processos utilizados:
vinificação em lagares de dimensão reduzida; vinhos pisa a pé; desengace da uva; arrefecimento da uva até 15º no lugar(mais baixa ninguém aguentava)
Tanoarias Seguin Moreau, Taransaund e François Frey (Acho que é assim que se escreve)
na vinha utiliza-se a produção de aveia e trigo entre videiras para solos férteis (aumento da competição das plantas favoravem à qualidade)
Solo pouco fértil, plantado trevo para manter o azoto e criar adubação biologica para a planta; utiliza também rega-gota-a-gota;

Seguimos para uma zona junto a cubas e barricas, para iniciar a prova dos tão afamados vinhos.
QTA VALE MEÃO 1999
aspecto algo turvo, cor grana da acastanhada;limpo, intenso de aroma, algo frutado, especiado, toque de madeira presente com alguma aroma animal a aparecer
sabor seco, acídulo fraco, frutado, madeira presente, taninos presentes, corpo mediano e final médio ( para os anos, continua com estrutura, e fácil de se gostar)
continua nos próximos (.....a degustar....)

VISITA DE SOMMELIERS PORTUGUESES AO DOURO- DOURO BOYS

19 de Abril, 4.30 da manhã, Lisboa:
Saída do grupo de sommeliers de Lisboa e arredores rumo ao Porto, mais propriamente Estação da Campanhã. Viagem simpática, onde houve muitos a colocar o sono em dia , depois da saída directa do trabalho para o local combinado de saída. Algumas carrinhas foram sendo animadas pelos sommeliers, um dos quais o sempre bem disposto Augusto Lopes. Chegados ao Porto, deu-se a reunião com todos e a viagem de comboio até ao Pocinho onde iríamos começar as ditas provas. O transporte foi feito à antiga portuguesa desde a estação até à Quinta de Vale Meão, carrinhas de caixa aberta, aquelas que transportam o pessoal para o campo. Primeira aventura de muitos, pois a viagem foi atribulada. Chegados à adega... continua nos próximos capítulos.
QUINTA DE NÁPOLES
NIEPORT
QUINTA DO VALLADO